11.1 - Do Porto e dos
Portuenses I, situação do Porto, Gravura do Porto em 1789, Caracter e costumes do Porto, Iguais na felicidade e na desgraça, Alto Douro
Gravura de H. Dunkalf – 1736
Mapa de Portugal Antigo e Moderno – Pinho Leal – 1762
Agostinho Rebelo da Costa - 1789
1960
Porto em 20 fotos de 360º
http://www.ocholeguas.com/en_360/2014/06/Oporto/tour.html
Naufrágio do vapor Porto
Em 28/3/1852 o vapor Porto saiu da barra com destino a Lisboa. Apesar da ameaça de mau tempo seguiu a sua rota até que, nesse dia à noite era tal o temporal que o capitão decidiu regressar e rumar a Vigo. No dia seguinte, ao raiar da aurora foi avisado, de terra, para se fazer ao largo, pois o mar havia piorado. Porém, os passageiros em grande angústia, e contra a vontade do capitão, obrigaram-no a rumar à barra do Porto e não seguir para Vigo. Tal foi a sua insistência que este cedeu, autorizado pelo piloto-mor. O barco foi encalhar na rocha do Touro (11) onde permaneceu até à noite. Ouviam-se em terra os gritos e pedidos de socorro dos passageiros e tripulantes, porém nada podia ser feito para os salvar dado não haver quaisquer meios de salvamento. Foi então que Ricardo Clamouse Brown e António Ribeiro da Costa e Almeida saltaram para uma catraia e saíram para o mar. Porém, este estava de tal forma violento que os arrastou para a praia. Um arrais, Manuel Francisco Moreira Júnior ainda se conseguiu aproximar e segurar uma corda atirada pelo Porto. Mas era tal a força do mar e dos passageiros a puxá-la que o capitão deu ordem de a cortar para salvar a vida dos pilotos. Por fim uma enorme onda levantou o barco e atirou contra a pedra da Laje, tendo-se o barco partido a meio. Salvaram-se apenas sete dos sessenta e um tripulantes e passageiros, entre os quais algumas crianças. A administração da empresa do navio foi muito culpada e condenada, pois sabia que este estava em péssimo estado de navegabilidade.
O naufrágio do vapor Porto foi um tremendo abalo para a gente os habitantes da cidade, pois nele pereceram personalidades muito conhecidas, entre eles, José Allen, irmão do Visconde de Vilar d’Allen, e suas duas filhas, o Cônsul de França, o pai de Ana Plácido, amante de Camilo, e outros.
O naufrágio do vapor Porto foi um tremendo abalo para a gente os habitantes da cidade, pois nele pereceram personalidades muito conhecidas, entre eles, José Allen, irmão do Visconde de Vilar d’Allen, e suas duas filhas, o Cônsul de França, o pai de Ana Plácido, amante de Camilo, e outros.
Douro no Outono
Agostinho Rebelo da Costa – 1789
O Porto visto do ar – uma maravilha – Luis Costa – Novembro 2015
https://www.youtube.com/embed/77B6Uh4cH1A
O Porto visto do ar – uma maravilha – Luis Costa – Novembro 2015
https://www.youtube.com/embed/77B6Uh4cH1A















Oi
ResponderEliminarQuer dizer, puxou um monte de disciplinas durante o EAD, colou à beça na prova e agora se formou como farmacêutica, graças à cola, graças ao Photomath. Você ainda foi monitora de química analítica experimental 1 e 2, será que você ensinou os outros alunos a colarem a prova usando o Photomath também?
ResponderEliminarVocê nem deve se lembrar de mim, eu sou uma das pessoas que você abandonou em orgânica 1 durante o EAD, você passou colando em cálculo para a farmácia usando Photomath, me fez acreditar que eu podia passar na faculdade sem estudar, quando chegou no semestre seguinte em orgânica 1, você decidiu que não iria me dar cola, então eu fiquei reprovado em orgânica 1. Por sua culpa, eu estou com a minha graduação toda atrasada. Fez o que fez comigo e nada aconteceu com você.
Será que o pessoal do Laboratório de Análises Avançadas em Bioquímica e Biologia Molecular, onde você fez iniciação científica, sabe que o seu CR era 7, graças a você ter colado em cálculo para a farmácia usando o Photomath?
Você é a prova que vale a pena colar na prova, que a coordenação da farmácia da UFRJ fecha os olhos para as pessoas, que colam na prova feito você.
Por causa da sua queixinha que você foi fazer na coordenação da farmácia junto com o Gabriel Vasconcelos de Lucena, Camilly Enes Trindade e a Julia Tavares de Azevedo, algum FDP da coordenação da farmácia vazou as minhas informações pessoais para uma pessoa que nem me conhece e nem estuda mais na UFRJ.
Pode mandar o seu amigo, o Guilherme de Sousa Barbosa que me ameaçou, mesmo sem eu ter feito nada contra ele, me matar, manda o Guilherme de Sousa Barbosa aparecer na boca de fumo que tem aqui perto de casa e mandar os traficantes me matar, aqui do lado da minha casa funciona um ferro velho clandestino que fornece material furtado para os traficantes construírem barricadas.