sexta-feira, 19 de abril de 2013

FONTE DA ARCA OU DA NATIVIDADE


2.9.2 - Fonte da Arca ou da Natividade




A Fonte da Senhora da Hora a que se refere o autor deve ser a cantada fonte das Sete Bicas. Na foto está a reconstrução de 1893. 
Na sua Página pessoal, Joel Cleto e Suzana Faro afirmam: “Historicamente apenas se sabe que no início do século XVI o local era conhecido, devido à abundância e fertilidade das águas que aí brotavam, como “Mãe d’Água”. Designação que, curiosamente, não deverá ter sido inocente no aparecimento do culto mariano e aos seus atributos maternais e de fertilidade. De resto, e a este propósito, de concreto sabe-se, também, que em 1514 um marítimo de Matosinhos, Aleixo Fernandes, aí mandou edificar a capela em honra de Nossa Senhora da Hora em cumprimento de um voto que, segundo a tradição, estaria relacionado com o nascimento de um filho. Foi junto a esta capela que se foi desenvolvendo um lugar que, por tal motivo, se passou a designar por Senhora da Hora. Esta povoação e a capela continuaram, contudo, a estabelecer uma forte relação com a sua fonte… A popularidade destas águas, e porque muito provavelmente teimavam em manter-se associadas crenças e ritos de origem pagã, fez mesmo com que, nas “Memórias Paroquiais” de 1758, o pároco local fizesse questão em afirmar, sintomaticamente pela negativa, que “á mais nesta freguezia no sitio chamado a Senhora da Hora sete fontes ali nativas de agoa natural sem mais virtude alguã”… Da multidão que aí acorria deixamos outro testemunho de “O Comércio do Porto”, este já dos finais do século XIX: “Para quem conhece a predileção do nosso povo pelas romarias e pôde gozar o sol esplendido que hontem nos mimoseou com uma temperatura amena e convidativa, fácil é presumir como seria animada a romaria da Senhora da Hora, uma das mais attrahentes festas populares que se fazem nos arredores da cidade. 
“Com effeito, a affluencia de romeiros foi numerosíssima, e, para o demonstrar, bastará dizer que, além da multidão enorme de pessoas que fizeram o percurso a pé, da estação do caminho de ferro da Póvoa, na Boavista, sahiram 23 comboyos para os quaes foram vendidos cerca de 8:000 bilhetes de ida e volta, tendo também sido vendidos para os comboyos que partiram de Leça da Palmeira 214 e de Mathosinhos 268. (“O Comércio do Porto”, 4 de Maio de 1894, p.2)"


Silva, Rafael Santos - UNIVERSIDADE DO PORTO - História da Arquitectura e Urbanismo numa praça da cidade do Porto - Praça da Liberdade - desde os seus primórdios até 1932: 
“Perto da muralha e ainda no largo, localizava-se a ‘celebre Fonte da Arca, obra deste género (...) o milhor do Reino’, com a sua frente alinhada com o renque de choupos plantado no largo em quinhentos, e que seguia desde o pátio do Oratório. A fonte encontrava-se próxima ao início da rua das Hortas, formando a frente sul do largo, o que o definia melhor, desligando-o, com o auxílio do alinhamento arbóreo, do arruamento a sul. 
Contemporânea da Fonte das Virtudes, a Fonte da Arca teve o padre Pantaleão da Rocha de Magalhães contratado para autoria do desenho daquilo que terá sido a sua reformulação. De seguida, a obra sofreu uma série de arrematações para a sua execução, a primeira estorvando a envolvente à fonte. Concluída a obra, realizou-se vistoria no ano de 1680, na qual é declarado que a obra responde às premissas do desenho esboçado. Entre as descrições mais próximas à época com que nos conseguimos deparar, encontram-se a Anacrisis Historial de Manuel Pereira de Novais e um manuscrito de meados do séc. XIX. Começando por este, podemos aceder a uma breve descrição da obra em causa. ‘A frontaria formava três diferentes corpos, sendo eles distintamente divididos por cornijas largas, e menos mal lavradas; assentava a primeira sobre o principal corpo do edifício e por conseguinte corria ao nível do solo da Praça, ficando lhe inferiores quatro carrancas de granito, que pelas suas bocas lançavam, dentro de hum largo tanque fabricado no pátio, grandíssima quantidade de água, da qual se servirão os próximos moradores descendo pelas duas escadarias, que já mencionei. A segunda destas cornijas ficava pouco mais ou menos na altura de quinze palmos assente sobre o segundo corpo (...) Sobre este segundo corpo se levantava no meio da semicircular (sic) frontaria hum grande nicho, ou oratório todo de pedra lavrada, aonde estava adornado pela parte exterior com duas colunas de granito, as quais assentavam nos lados de uma varanda de ferro, que tinha nos extremos duas grandes lanternas com luzes constantemente alimentadas pela devoção dos fieis; o cimo deste oratório era rematado pela terceira cornija, que de tão alta posição vinha em forma curva, como deslizando, finalizar nas extremidades do frontispício’ “.


Fonte da Natividade – Joaquim Villanova – 1833 

Esta fonte foi uma reconstrução, em 1682, da Fonte da Arca já existente pelo menos em 1608. Segundo Germano Silva a primeira Fonte da Arca estava localizada no lado Nascente da Praça das Hortas. Quando da sua reconstrução foi mudada para o lado poente, perto do início da Rua das Hortas, hoje Rua do Almada. Segundo Horácio Marçal e outros historiadores a placa gravada a que se refere ARC, e que dizem ter estado na Fonte da Arca, seria da Fonte da Natividade, tanto mais que tem a data de 1682. Muito estranho nos parece que ARC não faça qualquer referência à Fonte da Natividade o que nos leva a crer que estes dois nomes eram usados pelo povo em simultâneo. Esta fonte recebeu o nome de Natividade dada a existência de um oratório com a imagem de Nossa Senhora desta invocação. O acesso ao público foi livre durante muitos anos. Porém, para evitar abusos, a Câmara teve de o vedar com uma cancela de madeira, e só os moradores da vizinhança, que possuíssem chave, poderiam, de dia, aceder à mesma. Foi, durante algum tempo, o local escolhido por famílias, que se passeavam nas horas de ócio. Até 1832, data em que foi retirada a imagem de Nossa Senhora da Natividade, realizava-se aqui a Sua festividade no dia 8 de Setembro. Tinha grande concorrência de povo do Porto e arredores. A fonte foi mandada destruir por D. Pedro IV logo que entrou na cidade, para alargar a Praça. 
A actual Rua dos Clérigos teve diversos nomes consoante o que existia nas suas proximidades. Assim, começou por se chamar Calçada do Correio-Mor por se encontrar perto da casa de João Soares de Carvalho a primeira repartição do correio no Porto desde fins de século XVI. Desde que se construiu a Fonte da Natividade passou a chamar-se Calçada da Natividade. Só se chamou Rua dos Clérigos no século XVIII aquando da construção da Igreja. 



Carrancas que estiveram na Fonte da Natividade, depois na Praça de Santa Teresa e, actualmente, nos jardins do Palácio de Cristal.




Germano Silva, no JN de 22 /7/2012 diz-nos que: “A primitiva fonte da Arca funcionou, até 1608, na parte oriental do Campo das Hortas. Setenta e quatro anos depois uma nova Fonte da Arca começou a ser reedificada ( o termo é da Câmara), mas no lado oposto daquele e que primitivamente havia funcionado. Quando ficou pronta, em 1682, a nova fonte passou a denominar-se Fonte da Natividade por causa de uma imagem de Nossa Senhora desta invocação que alguns comerciantes locais, mais devotos, haviam colocado num nicho aberto no frontispício da fonte. 
O Historiador Henrique Duarte e Sousa Reis, nos seus “ Apontamentos para a verdadeira história antiga e moderna da cidade do Porto”, escritos em 1865, descreve aquele nicho do oratório da seguinte forma “ no terceiro corpo que constitui a fábrica da fonte, está montada uma sacada com grade de ferro e duas grandes lanternas nos cantos nas quais se queimavam luz em honra de Nossa Senhora da Natividade. Serviam de remate a esta construção, no centro e parte superior do oratório as armas da cidade das quais se ramificavam grinaldas e festões vistosamente trabalhados em granito (…) 
Quando D. Pedro IV entrou no Porto à frente do exército libertador, em 9 de Julho de 1832 dirigiu-se imediatamente à Câmara que funcionava no edifício da então chamada Praça Nova e logo ali tomou uma resolução, mandar destruir a Fonte da Natividade para possibilitar o alargamento da Praça. Assim aconteceu. O brasão da cidade e as grinaldas que emolduravam o frontispício da fonte foram embelezar a fachada do palacete da praça onde funcionava a Câmara. Esse belíssimo conjunto, uma excelente obra de granito trabalhado, está hoje no espaço conhecido por Roseiral no Palácio de Cristal. Também lá está a fonte do Pelicano, um curioso chafariz que existia no pátio interior da mesma casa onde estava a Câmara”. 


Na parte poente da Praça Nova, perto de onde hoje está o Banco de Portugal, foi construída uma fonte/tanque desenhada por Champaulimaud de Nussane e cuja construção decorreu entre 1794 e 1796. Chamaram-lhe Chafariz da Praça D. Pedro. “Este chafariz, que em 1851 era considerado moderno, substituiu a Fonte da Natividade e recebia água do Campo do Meloal, próximo da nascente que fornecia o Convento de S. Francisco”. Desenho de Joaquim Vilanova – 1833.

terça-feira, 16 de abril de 2013

FONTES E CHAFARIZES - III

2.9.1 - Fontes e Chafarizes - III



Fonte primitiva da Arrábida- 1863 – Perto do Bicalho, na estrada marginal que leva à Foz, a Companhia Geral dos Vinhos do Alto Douro, executava obras numa pedreira tendo rebentado inesperadamente uma nascente de água puríssima. A Companhia de imediato mandou fazer esta fonte. Em 1948 foi transferida para os jardins do SMAS.



Chafariz da Casa de Serralves


Fonte do Ouro – Largo do Ouro


Fonte de Sobreiras – na marginal da Foz do Douro perto da Cantareira


Quinta da Prelada – Chafariz do Cágado - desenho de Nicolau Nazoni


Quinta da Prelada – desenho de Nicolau Nazoni


Fonte da Lapa ou de Salgueiros - “Para a formação deste jardim, (no quartel de Infantaria 18) foi necessário destruir uma fonte que havia junto do portão do dito quartel, que ficava num sítio fundeiro e para o qual se descia por uma rampa, e construir uma outra fonte em sua substituição, na embocadura da Rua de Salgueiros, para onde as águas, como é óbvio, tiveram de ser desviadas. Data, pois, a construção da actual Fonte de Salgueiros, que está por baixo e encostada ao muro do Jardim da Lapa, do ano de 1818” In O Tripeiro, Série VI, Ano I


Fontinha – Esteve na Rua Bela da Princesa (Santa Catarina), foi deslocada para Rua da Fontinha e está actualmente nos jardins dos SMAS.


Fonte do Regado – no muro do antigo Matadouro Municipal – 1844 – foto OPEP - CUPC


Fonte do Caquinho


Na Ribeira de Massarelos, paralela à Rua D. Pedro V. e em local bem escondido, existe a Fonte do Caquinho e uns lavadouros ainda hoje usados por habitantes do lugar. Esta água movimentava alguns moínhos, dos quais ainda restam vestígios. - foto blog Movimentum



“Foi mandada construir no ano de 1748, por António de Almeida Saraiva, Senhor da Quinta do mesmo nome, cuja água se prontificava a fornecer quando e na quantidade que muito bem lhe parecesse. É toda de pedra trabalhada e, em plano alto, ostenta uma pequena imagem de Nossa Senhora do Bom Sucesso resguardada num nicho com grade de ferro e, sob este, um golfinho a lançar água para uma taça conchada de granito.”


Passeio Alegre – chafariz e lago A Menina e a Foca



Chafariz do Convento de S. Francisco – transferido para o Passeio Alegre. 
Encontrava-se no centro do claustro, onde hoje é o Pátio das Nações do Palácio da Bolsa – obra de Nicolau Nazoni.


Fontanário - séc. XIX ?


Fontanário na Praça D. Pedro - onde hoje é a Rua do Dr. Magalhães Basto


Fontanário e bebedouro de gado que estava no Largo dos Ferradores, hoje Praça Carlos Alberto – está actualmente no Parque da Pasteleira.


Fonte de Massarelos – foto Portojo 


Fonte da Avenida de Montevideu – “A fonte agora em ruínas foi ali colocada em 1931 e tinha sido desenhada pelo arquitecto Manuel Marques para um concurso de "motivo decorativo" para a avenida dos Aliados. O desenho com muito sentido poético do funcional, veio afinal embelezar o jardim da Foz e tornou-se "símbolo da zona onde se insere". Texto de Zilda Cardoso. 



Fonte das Águas Férreas – “Potável e termal. Nesta especialidade era a única conservada ao uso do público na cidade. E por isso e para proporcionar alguma comodidade a quem de tivesse de recorrer, abriram uma alameda com bancos de pedra. Para reunir o útil ao agradável, puseram-lhe duas bicas: uma de água potável e outra de água medicinal, servindo assim, simultâneamente, os dois fins – o medicamentoso e o caseiro”. 
Há poucos anos foi reconstituída no Parque da Cidade. Encontrava-se na esquina Rua das Águas Férreas com a da Boavista, frente à Travessa da Figueiroa.


Fonte da antiga Rua Garrett – actual Rua de Padre António Vieira em Campanhã – está nos jardins do SMAS.


Cruzeiro e Capela em memória do Milagre da Fonte da Nossa Senhora de Campanhã 


A fonte encontra-se sob a VCI 
“Conta a lenda que em 1722, um ano de grande seca, os habitantes de Campanhã fizeram uma procissão em honra a nossa Senhora. A imagem caiu do andor e partiu uma mão e no local da queda brotou água no dia seguinte. A fonte que então nasceu existe ainda na Rua de Bonjóia, com algumas alterações depois da construção da Via de Cintura Interna do Porto. Existe também um cruzeiro em memória do milagre e uma capela que foi inaugurada em Julho de 1967, perto da mesma fonte.” Site da Associação Nun’Alvares.

sábado, 13 de abril de 2013

FONTES E CHAFARIZES - II

2.9.1 - Fontes e Chafarizes - II


Fonte que ficava na esquina da Rua do Bonjardim com a actual Sampaio Bruno e que na altura ainda era Rua de Sá da Bandeira. Alimentada pelo manancial de Camões.



Fonte da Vila Parda – 1859 
A fonte de Vila Parda, datada de 1859, foi restaurada em 1940 e fica na rua do Bonjardim, numa reentrância da parede, entre o largo de Tito Fontes e a Rua do Paraíso. Embora a fonte ostente a data de 1859 parece que, no mesmo sítio, terá existido uma outra, embora mais pequena e com tanque, talvez anterior ao ano de 1613, data em que aparece referenciada em documentação. O nome “Parda”, segundo documentação antiga, parece derivar do facto de, nas redondezas, ter vivido uma mulher mulata ou parda. 
Sobre esta fonte, Horácio Marçal escreveu que “(…) a velha fonte era abastecida por nascente própria situada um pouco mais acima (…)”. 
Dados apresentados numa obra do séc. XIX dizem-nos que “a água nasce na rua Bella da Princeza em uma mina, indo alimentar a fonte de Villa Parda. No trajecto a água segue a mina e depois por tubos de chumbo no pior estado de conservação, rompendo-se repetidas vezes.” (Noronha, 1885).


Aguadeiros enchendo canecos – Praça do Pão, depois de Santa Teresa e finalmente Guilherme Gomes Fernandes – Neste local existiu uma fonte com três carrancas que estavam na Fonte da Natividade, na Praça D. Pedro. Foi substituída por este fontanário em 1905. Em 1915 também este foi destruído para dar lugar ao monumento a Guilherme Gomes Fernandes.


Aguadeiros – habitualmente eram homens vindos da Galiza



Fonte da Feira dos Carneiros ou chafariz de Camões – ficava na Trindade e hoje está nos jardins dos SMAS – a Feira dos Carneiros realizava-se na Trindade, no local onde hoje está a estação do Metro.


Chafariz do Laranjal 

“ No alto do Laranjal, quase à entrada da demolida Viela do Cirne, houve outrora uma fonte conhecida pelo burlesco chamadoiro de Fonte do Olho do C…, cujo acesso, por ficar em nível inferior da rua era feito por alguns degraus de pedra. No fundo, via-se a bica a deitar água para uma pequena pia e dela se abasteciam os moradores de vizinhança. Em meados do Séc. XIX, contudo, desta fonte já não se lobrigavam vestígios". - O Chafariz do Laranjal, esteve primeiramente no Largo de S. Domingos. Foi modificado e colocado no Laranjal em Fevereiro de 1854 e passou a receber água do manancial de Camões. Foi desmontado em 1916 quando da abertura da Avenida dos Aliados . Em 1943 foi reconstruído nos jardins dos SMAS…


… e está actualmente no Largo da Trindade em frente da Igreja.


Escudo real da antiga Fonte do Largo S. Domingos – esta foi demolida em 1922, tendo o escudo ido para a entrada dos SMAS.


Esta fonte estava na sacristia do Convento de S. Domingos e actualmente no Jardim de S. Lázaro. Foi aqui colocada, em 1838, quando os liberais acabaram de destruir o convento, muito danificado durante o cerco do Porto. È de mármore cor de rosa, branco e cinzento – foto de Monumentos Desaparecidos.


Fonte da Rua das Carmelitas - estava encostada ao Mercado do Anjo


No meio do mercado existiu esta fonte

 

Arca do Anjo 
Construida no extinto Mercado do Anjo, que abriu ao publico em 1839 no local onde está agora o Shopping dos Clérigos. A arca recebia a água dos mananciais de Paranhos e Salgueiros que, depois de ali misturada, ía abastecer as freguesias de Victória, Miragaia, S. Nicolau e Sé. Foi demolida em 1949 e reconstruida nos jardins dos SMAS – foto Invictatur.


Fonte do Largo do Padrão – ficava na esquina das Ruas de Santo Ildefonso e Coelho Neto


Construída em 1718 na Rua das Oliveiras. Em 1824 foi remodelada com projecto de Joaquim Costa Lima Sampaio e acrescentados a concha e o peixe. Foi mudado para o local actual, na confluência das Rua dos Mártires da Liberdade e General Silveira, em 1881.


Praça Marquês de Pombal - Fonte com bica em forma de peixe


Praça do Marquês de Pombal - Esta fonte luminosa estava na Praça D. João I e foi para aqui mudada em 2006 quando, naquela praça, se abriu o estacionamento subterrâneo.




Palácio de Cristal – fontes da entrada


Palácio de Cristal – foto Letícia Vaz. 



Palácio de Cristal – duas fontes com carrancas – estas carrancas estiveram na Fonte da Natividade até 1832 e na fonte da Praça de Santa Teresa até 1905. Vieram para o Palácio devido à substituição da fonte pelo fontanário que acima já apresentámos.


Fonte da Quinta da Macieirinha – Museu Romântico.


Fonte do Largo da Maternidade Júlio Diniz – antigo Campo Pequeno. Houve desde 1826/1828 um chafariz no lado Sul desde largo. Em 1964 foi demolido e edificado o actua no centro.