10.7 - Dos Homens ilustres em letras e armas VII, Teodoro de Sousa Maldonado II - Arquitecto e desenhador do séc. XVIII, Quartel de Santo Ovídio, Antigo Governo Civil, Porta do Sol, Planta Geográfica da entrada do Douro.
Quartel de Santo Ovídio desenho do arq. Ronaldo Oudinot - 1793
O Quartel de Santo Ovídio foi construído por Aviso Régio de 20 de Fevereiro de 1790 da Rainha D. Maria I para albergar o 2º Regimento de Infantaria do Porto, que fora criado em 1762 e instalado nos celeiros da Cordoaria. O autor do projecto do Quartel foi o Tenente-Coronel Engenheiro do Reino, Reinaldo Oudinot. As obras, com algumas alterações e direcção de Teodoro de Sousa Maldonado, arrastaram-se até 1805-1806. Em 1809 serviu de aquartelamento temporário e posteriormente de prisão às tropas francesas, do General Soult da 2ª Invasão. Deste quartel saiu a Revolução do 31 de Janeiro de 1891, às 4 h. da manhã.
Foi mandado construir a 21 de Junho de 1792, num terreno que ficava no lugar dos Carvalhos do Monte, local deixado livre pela demolição de uma parcela da Muralha Fernandina, entre a Batalha e o Postigo do Sol. O projecto foi de Reinaldo Oudinot, alterado, após a sua morte pelo Arq. Teodoro de Sousa Maldonado, e destinava-se a asilo de desvalidos e rapazes abandonados, retirando-os das ruas. Exteriormente, merece destaque o corpo central da fachada, com uma varanda corrida ao nível do andar nobre, de onde se abrem três largas janelas e se recorta um sóbrio frontão triangular, o qual tem inserido a granito as armas reais. O edifício teve várias utilizações. Antes de 1832 no andar térreo funcionaram as prisões de recrutas e criminosos militares de Calceta e nos restantes pisos foram instaladas as secretarias e repartições pertencentes à guarnição do Porto. Também aí residiam alguns oficiais solteiros da guarda real da polícia. Na zona norte do edifício esteve instalado o Quartel General da região norte. Anos mais tarde, o edifício foi convertido em sede da repartição da fazenda, pagadoria militar, quartel general, estação telegráfica eléctrica, e governo civil. Na impossibilidade de expansão e principalmente na dificuldade técnica de acrescentar um 3° andar foi mandado demolir o arco da Porta do Sol, estendendo-se para este lado o acrescento que se lhe fez em 1875.
Planta geográfica da barra da cidade do Porto – Teodoro de Sousa Maldonado - Oficina de António Alvares Ribeiro, 1789 – site da Biblioteca Nacional de Portugal.
Capela-Farol de S. Miguel o Anjo – o rochedo da Cruz de Ferro está indicada com o nº. 19 - pormenor do mapa de Teodoro de Sousa Maldonado.
Capela de Santa Catarina em Lordelo do Ouro – pormenor do mapa do Porto de Teodoro de Susa Maldonado
A.R.C. descreve assim a planta geográfica:
muito mais perigosa, sendo o dito cabedelo…
Texto de Bernardo Xavier Coutinho














Oi
ResponderEliminarOi
ResponderEliminarVocê nem me conhece, você nunca fez uma disciplina junto comigo, você nem estuda mais na UFRJ, você já se formou como farmacêutica, mesmo assim um FDP da coordenação da farmácia vazou as minhas informações pessoais para você.
ResponderEliminarQuer dizer, eu faço a vontade da coordenação da farmácia da UFRJ e tenho as minhas informações pessoais vazadas para quem nem me conhece e nem mora mais no Brasil.
Você mora em Copenhagen que fica na Dinamarca e trabalha na empresa Novonesis, esse FDP não tinha nada que vazar as minhas informações pessoais para você que está morando no exterior. Sim, eu descobri o seu perfil no Instagram e no Linkedin:
https://www.instagram.com/rafa.rafafa/
https://dk.linkedin.com/in/pharmacist-rafaela-carvalho/pt
Eu descubro tudo, assim como eu descobri, que um FDP da coordenação da farmácia da UFRJ vazou as minhas informações pessoais para você, que nem sabe quem eu sou.
Eu acho que o FDP achou que eu não iria descobrir a maldade que ele fez comigo, pode avisar para esse FDP que eu descubro tudo, assim como eu descobri o seu perfil no Instagram e no Linkedin.
Se esse FDP achou que ele iria me calar ao vazar as minhas informações pessoais para você, pode avisar para ele, que nunca vai me calar, medo é para quem tem algo a perder, eu não tenho nada a perder, não sobrou nada para mim.
Pode avisar a esse FDP, que o que ele fez comigo vai ter volta, nada fica impune.
Aposto que esse FDP da coordenação da farmácia faz parte do laboratório de fitoquímica e farmacognosia da faculdade de farmácia (FITOFAR), esse laboratório fica no segundo andar do bloco A do Centro de Ciências da Saúde (CCS), que fica na cidade universitária, que fica dentro da ilha do fundão.
Você fez estágio nesse laboratório, durante o tempo que ainda estudava na UFRJ e ainda morava no Brasil, então esse FDP da coordenação da farmácia ainda deve manter contato com você, então esse FDP deve ter te enviado no privado as minhas informações sigilosas sem a minha autorização.
Faz o seguinte procura a polícia da Dinamarca, conta que um funcionário público que faz parte da Universidade Federal do Rio de Janeiro que fica no Brasil, abusou do poder que tinha para vazar as minhas informações sigilosas para você que nem mora mais no Brasil.
Talvez a polícia da Dinamarca faça alguma coisa, já que a polícia brasileira não faz nada.
A melhor coisa que você fez foi ter se mudado do Brasil, aqui no Brasil quem manda é o crime organizado.
No Brasil só tem criminosos, o FDP da coordenação da farmácia da UFRJ que vazou nas minhas informações pessoas é um exemplo de criminoso, já que divulgar informações alheias dos outros sem autorização é crime, esse FDP cometeu um crime internacional, já que você mora na Dinamarca.
Eu espero sinceramente que na Dinamarca não tenha gente igual a esse FDP da coordenação da farmácia, porque se tiver você vai estar fodida, igual a mim que me fudi nas mãos desse FDP.
Se esse FDP morasse aqui na minha rua as coisas seriam bem diferentes, em cima da minha rua tem uma boca de fumo, em frente a minha casa funciona um ferro velho clandestino que fornece material furtado para os traficantes fazerem barricadas. Se esse FDP morasse aqui na minha rua, os traficantes já teriam mandado esse FDP subir até a boca de fumo, os traficantes não gostam de gente que faz as coisas para sacanear os outros, igual esse FDP fez comigo.