9.25 - Alberto Pimentel (1849/1925) - grande escritor do Porto - VI, Comida tradicional, Capela de N. S. das Verdades, "Andar às vozes", Andar no Porto à noite, A fome no Porto e o preço dos alimentos
Mercado do Anjo - venda de hortaliças
Rojões à nossa moda
Arroz doce tradicional
Fazer arroz doce
https://www.youtube.com/watch?v=3DoLHsnYBQ4
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Capela de Nossa Senhora das Verdades - A
Porta ou postigo das Verdades, antes das Mentiras, ficava ao fundo da Rua de D.
Hugo, por trás da Sé. Era encimada por um nicho com a imagem de Nª. Senhora das
Verdades ou do Postigo, muito venerada pelo povo da vizinhança. Quando, no
século XIV, foi destruída, o cónego Nicolau Parada mandou fazer à sua custa uma
pequena capela onde colocaram a imagem. Durante o cerco do Porto a capela foi
destruída pela metralha miguelista de Gaia. Porém, D. Ângela Jácome do Lago e Moscoso
mandou reconstruí-la em 1843.
As superstições sempre acompanharam o Homem. Também as havia no Porto. O genial Alberto Pimentel refere-se, em 1899, a uma ligada a esta capela:
“A locução “Andar às vozes” exprime o facto de qualquer pessoa vaguear pela rua à escuta do que os outros dizem, para tirar agoiro do que eles disserem. E, segundo o que ouvir, esperará boa ou má fortuna no negócio que traz no pensamento. Castilho, no “Amor e Melancolia” aludiu a esta tradição relativizando-a apenas com a noite festiva do Santo Percursor;
“Qual com bochecho na boca
Aplicando atento ouvido
Espera que á meia noite
Seja um nome proferido”.
No Porto acresce á tradição o costume de, quando alguém “andar a vozes” se dirigir como em silenciosa romagem, à Capelinha da Senhora das Verdades. Tal é o pitoresco especial da versão portuense.
Crê que a Virgem daquela invocação fará com que as pessoas que encontramos pela rua nos revelem involuntariamente ou inconscientemente o porvir dizendo “verdades” que o tempo confirmará.
“Qual com bochecho na boca
Aplicando atento ouvido
Espera que á meia noite
Seja um nome proferido”.
No Porto acresce á tradição o costume de, quando alguém “andar a vozes” se dirigir como em silenciosa romagem, à Capelinha da Senhora das Verdades. Tal é o pitoresco especial da versão portuense.
Crê que a Virgem daquela invocação fará com que as pessoas que encontramos pela rua nos revelem involuntariamente ou inconscientemente o porvir dizendo “verdades” que o tempo confirmará.
Eu fui muitas vezes, quando era pequeno, à referida capelinha, para acompanhar uma pessoa da minha família, que acreditava na tradição de que pelas vozes se ficava sabendo a verdade futura.
Saíamos de casa depois das nove horas da noite e íamos atravessando a cidade, sem dizer palavra, em direção à Sé…Eu e a pessoa que eu acompanhava ali, ajoelhávamos no degrau da porta, quando chegávamos ao termo da nossa silenciosa romagem… Chegava a aborrecer-me aquela maçada de atravessar em silêncio a cidade, do Bairro Ocidental para o Bairro Oriental. Quando já, perto de mim, negrejavam as paredes da Sé, na solidão e no silêncio, a minha tristeza, misto de enfado e terror, aumentava a ponto de me fazer tremer às vezes. Não sei se rezava ou o que rezava, enquanto essa querida pessoa orava fervorosamente com os lábios colados a um dos ralos, como se estivesse falando a Nossa Senhora para dentro da ermida… A pessoa que eu acompanhava, ao voltarmos para casa, vinha quase sempre preocupada, a resolver na mente as “vozes”, agradáveis ou desagradáveis, que tinha ouvido. Pobre e crédula criatura, antegosava a felicidade que lhe tinha sido anunciada, ou vergada ao peso de alguma profecia de desgraça, de algum aviso aziago, acreditando, por igual, uma ou outra cousa. Aqui está, pois, como segundo a versão do Porto, a Capela de Nossa Senhora das Verdades é o termo tradicional de “andar às vozes”. Como é do estilo não falar quando se ”anda às vozes” algumas pessoas para evitar o descuido de não guardar silêncio (o que estragaria a romagem) sujeitam-se ao incómodo do bochecho. Mas por isso mesmo que é incomodo, a maior parte da gente dispensa-o, cerrando os dentes uns contra os outros e pondo toda a sua atenção em não dizer palavra”.
Saíamos de casa depois das nove horas da noite e íamos atravessando a cidade, sem dizer palavra, em direção à Sé…Eu e a pessoa que eu acompanhava ali, ajoelhávamos no degrau da porta, quando chegávamos ao termo da nossa silenciosa romagem… Chegava a aborrecer-me aquela maçada de atravessar em silêncio a cidade, do Bairro Ocidental para o Bairro Oriental. Quando já, perto de mim, negrejavam as paredes da Sé, na solidão e no silêncio, a minha tristeza, misto de enfado e terror, aumentava a ponto de me fazer tremer às vezes. Não sei se rezava ou o que rezava, enquanto essa querida pessoa orava fervorosamente com os lábios colados a um dos ralos, como se estivesse falando a Nossa Senhora para dentro da ermida… A pessoa que eu acompanhava, ao voltarmos para casa, vinha quase sempre preocupada, a resolver na mente as “vozes”, agradáveis ou desagradáveis, que tinha ouvido. Pobre e crédula criatura, antegosava a felicidade que lhe tinha sido anunciada, ou vergada ao peso de alguma profecia de desgraça, de algum aviso aziago, acreditando, por igual, uma ou outra cousa. Aqui está, pois, como segundo a versão do Porto, a Capela de Nossa Senhora das Verdades é o termo tradicional de “andar às vozes”. Como é do estilo não falar quando se ”anda às vozes” algumas pessoas para evitar o descuido de não guardar silêncio (o que estragaria a romagem) sujeitam-se ao incómodo do bochecho. Mas por isso mesmo que é incomodo, a maior parte da gente dispensa-o, cerrando os dentes uns contra os outros e pondo toda a sua atenção em não dizer palavra”.
Rua do Porto - gravura do séc. XVIII ou XIX
Lanternas de metal – séc. XIX
Defesas da Serra do Pilar - desenho do Barão de Forrester
Preço dos alimentos antes e durante o cerco de 1832
A cidade do Porto em 1913 - Cinemateca
http://www.cinemateca.pt/Cinemateca-Digital/Ficha.aspx?obraid=3511&type=Video
http://www.cinemateca.pt/Cinemateca-Digital/Ficha.aspx?obraid=3511&type=Video
















Eu não me esqueci, quando eu estava fazendo analítica experimental 1, que você falou que você queria ser professora universitária, então eu te enviei um vídeo te ensinando como se faz para ser professora universitária, só para te ajudar.
ResponderEliminarDepois de algumas semanas. Teve uma vez que eu peguei um resfriado super forte, eu cheguei a ficar com febre. Então você viu que iria ficar reprovada em analítica 1 teórica, já que a gente pegamos a pior professora do instituto de química da UFRJ. Como você não podia descontar a sua raiva em cima da professora. Você resolveu descontar a sua frustração em mim, que estava doente.
Então a Gabriela Santana Andrade mandou a amiga dela do curso de pedagogia chamada Ana Beatriz Procession Guimarães entrar no grupo de analítica 1 teórica se passando por uma tal de Simone. Então você, a Simone e a Gabriela ficaram me humilhando por causa de iniciação científica naquele dia, a Gabriela ainda falou que o pai dela era policial, que o pai dela iria à minha casa para me levar para a cadeia. A Ana Beatriz Procession Guimarães nem fazia farmácia e foi arrumar confusão no curso dos outros. Se ela tivesse um trabalhinho, ela não ficaria praticando linchamento virtual nos grupos do Whatsapp do curso de farmácia da UFRJ.
Eu estava doente naquele dia que aconteceu isso. O que vocês fizeram comigo não se faz nem com um bicho. Eu nunca pensei que o ser humano chegaria a esse ponto, de se aproveitar de um momento de fragilidade minha para ficar me humilhando por causa de iniciação científica. A Gabriela ainda ficou compartilhando um áudio com os amigos dela da atlética de farmácia de eu tossindo e gritando que eu estava doente Gabriela.
Você não esperou nem o semestre acabar para se voltar contra mim. Você cuspiu no prato que você comeu. Me desculpa por ter te mandado aquele vídeo ensinando como se faz para se tornar professora universitária só para te ajudar. Eu já deveria saber que você não presta.
Você ainda fica agindo como se não tivesse feito nada de errado. Eu acho que ser psicopata é pré-requisito para se fazer iniciação científica. O pessoal do FitoFar não deve saber que você é de verdade para deixarem você fazer iniciação científica com bolsa e ainda publicar dois artigos científicos.
Eu sei tudo sobre você, eu achei o seu perfil no Instagram e no Linkedin:
https://www.instagram.com/p/C-q8YN5uQDP/
https://br.linkedin.com/in/ana-beatriz-lima-998a1779
Mas também você é amiga do Jakson Barros Bonfim. O Jakson pagou outra pessoa para fazer a prova online de orgânica 1 da Lages. O Jakson abriu a empresa Bonfs Home Center com o dinheiro da bolsa de IC, dinheiro esse que ele conseguiu graças à cola. O professor substituto chamado Luis Phillipe Nagem Lopes é o orientador de Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) do Jakson Barros Bonfim. O título do TCC do Jakson Barros Bonfim é Sistematização de casos clínicos do HUCFF e desenvolvimento de website como ferramenta pedagógica: um relato de experiência.
Você também é amiga da Jéssica Mel da Silva Faria, A Jéssica ficou me humilhando em analítica 1 por causa de iniciação científica, quando eu perguntei a ela, porque ninguém estava me defendendo da humilhação, ela falou que eu estava no fundão e que a faculdade de direito ficava lá no centro, ou seja, como ela fazia farmácia e não direito, ela não precisava me defender da humilhação. O orientador de TCC da Jessica Mel da Silva Faria também é o Luis Phillipe Nagem Lopes e o título do Trabalho de Conclusão de Curso dela é Desenvolvimento de um ebook para orientação da equipe de enfermagem sobre administração de medicamentos de alta vigilância em UTI neonatal/pediátrica: relato de experiência.
Pode mandar o pai policial da Gabriela aparecer aqui em casa. Manda ele fazer isso depois de buscar o arrego do traficante na boca de fumo, que fica na parte de cima da minha rua. Em frente a minha casa funciona um ferro velho clandestino, que fornece material furtado para os traficantes construírem barricadas.