quinta-feira, 19 de janeiro de 2017

ELÉCTRICO VI

6.26.7 - O Eléctrico VI - Eléctricos na Avenida da Boavista e Foz do Douro


Avenida da Boavista, perto da Rua da Belos Ares


Avenida da Boavista com os carris da STCP


17 subindo a Avenida da Boavista


Fonte da Avenida de Montevideu


Linha 1 - vê-se a popa do Jackob Maerk junto ao Castelo do Queijo


O 17, que ia da Praça da Batalha ao Passeio Alegre, entrando na Praça Gonçalves Zarco – diariamente nele viajávamos para ir para o Colégio Brotero.


Eléctrico, com dois atrelados, circulando pela esquerda na Avenida de Montevideu, frente à casa da família Moreira – Deve ser a linha 1 de Matosinhos à Praça do Infante - 1905


Carro “Brill” de Bogies – o mais cómodo e sereno devido à sua suspensão – foto Os Velhos Eléctricos do Porto.

Foz do Douro antigamente


Molhe – foto Helena Cristina Coelho

Mar agitado na praia de Gondarém 


Carreiros – à direita é visível o Gilreu


1920


Eléctrico com 3 atrelados

“O carro motor desta curiosa composição foi construído pela Constructora, entre 1904 e 1906. No Museu do Carro Elétrico encontra-se um veículo da mesma série, o 163”. In Porto Desaparecido


Avenida Brasil – Photo Guedes


Eléctricos com 2 tróleis - 1904 - Photo Guedes


Avenida Brasil – c. 1940 – pelas casas e as árvores parece-nos perto de Rua do Molhe – dia de Sol e de grande tráfego de eléctricos. O da frente deve ser o “belga” da linha 1 para Matosinhos. Este carro já tinha janelas de abrir pelo que era permitido fumar.


Avenida Brasil – anos 30 – ainda não está colocado o Salva Vidas


O Salva Vidas – 1937 - Henrique Moreira (1890-1979)


Na Rua da Senhora da Luz – ainda se circulava pela esquerda - 1927


No Passeio Alegre – carro importado da Alemanha – o atrelado do meio era aberto para os fumadores - ainda havia bons artistas que construíam postes em ferro muito belos. 


Eléctrico com 2 atrelados – Um aberto para desfrutar o bom tempo e o outro para o transporte de peixeiras e canastras – Photo Guedes


Foto de 1900




O 100 era aberto e usado no verão - 2012


Carro “Brill” de Bogies no Passeio Alegre – era o carro mais cómodo pelas sua suspensão - em cima a Igreja de S. João da Foz.


No Passeio Alegre


O “Belga”, como era conhecido – Construído em 1929, tinham 40 lugares sentados - pena é que só circulava na linha 1 do Infante a Leixões

Uma viagem na linha 1 - 2015


Os obeliscos da Prelada só foram aqui colocados em 1938

terça-feira, 17 de janeiro de 2017

ELÉCTRICO V -

6.26.7 - O Eléctrico V - Eléctrico nas Ruas de Santo António, Santa Catarina, Sá da Bandeira, Praça da Batalha, Ponte Luis I e Viaduto de Gonçalo Cristóvão



In Os velhos eléctricos do Porto


Rua de Santo António - 1907


Praça da Batalha – 1900 – Ainda se vê a Construtora, à esquerda, a Casa da família Guedes, a Messe dos oficiais, o antigo Teatro S. João antes do incêndio, a Capela da Batalha, trens de aluguer e um sinaleiro (?). O trânsito ainda seguia pela esquerda, até 1928. Bonitos candeeiros e um homem com cesto à cabeça.


Lado Poente - o Hotel Sul-Americano


Ilusão de perspectiva; D. Pedro V em cima do eléctrico! Depois do 25 de Abril muita coisa se abandalhou; aqui vemos o Cinema S. João apresentando um filme pornográfico!


Nas ponte o eléctrico pagava 110 cêntimos de portagem e os passageiros 5.


Eléctrico entrando na Ponte Luis I do lado de Gaia – à esquerda vê-se o posto de cobrança de passagem na ponte – como não era possível ligar à terra, o eléctrico tinha 2 tróleis – 1900



Ponte Luis I – 1915 - só existia uma linha de eléctrico.


Avenida da República em Gaia - 1950


Há mais de 100 anos - já existiam os carris


Eléctricos na R. de Santa Catarina – 1911 – A circulação ainda se fazia pela esquerda, só mudou em 1928 – ainda não existe o busto de Camões (Obra de António Cruz) nem a Livraria Latina, só inaugurada em 1942– publicidade “APROVEITEM GRAMOFONES GARANTIDOS UM ANO DESDE 6.500 A 80.000RS”.


Rua de Santa Catarina – 2014



City Trains na Rua de Santa Catarina – 6/4/2015 – foto Henrique Gonçalves 


Rua de Sá da Bandeira - década de 1910 - à direita o Teatro Sá da Bandeira


1920

Eléctricos no Porto 1940 a 1979 - fotografias
https://www.youtube.com/watch?v=gd2CY1P3ZOc


Instalação da rede aérea sobre o viaduto da Rua de Gonçalo Cristóvão


À esquerda o edifício do JN em construção – foto Os Velhos Eléctricos do Porto


Aqui já construído


Os empregados dos STCP e as forças de segurança viajavam gratuitamente – na plataforma vê-se um polícia sinaleiro.

domingo, 15 de janeiro de 2017

ELÉCTRICO - IV

6.26.7 - O Eléctrico IV - Electricos na Rua dos Clérigos, das Carmelitas, no Carmo e Cordoaria



Rua dos Clérigos – eléctrico descendo pela esquerda - início séc. XX


Belíssima foto da Rua dos Clérigos – 1905 – eléctrico subindo pela esquerda – do lado direito vêem-se os chamados carapuceiros, lojas de venda de vestuário barato normalmente exposto no exterior.



Eléctrico da linha 19 na Rua dos Clérigos – esta linha ligava a Praça da Liberdade a Matosinhos – cerca de 1950 – à esquerda vêem-se os letreiros da Radio Porto e o MEIAS do Espelho a Moda – ao longe o Coliseu do Porto e a Igreja de Santo Ildefonso. 

Eléctricos do Porto – Manoel de Oliveira - 1956


Rua dos Clérigos – anos 60 – um BMW 1600 e um Isetta, minúsculo carro italiano do pós-guerra  – à direita ainda existiam os Armazéns Carreiras, mais tarde a Camisaria Central.

O Porto há 100 anos


Praça da Liberdade e Rua dos Clérigos - passagem inferior para Praça Almeida Garrett - anos 60


Rua das Carmelitas ainda com construções


Rua das Carmelitas possivelmente em época de Natal - foto em Os Velhos Eléctricos do Porto


O 18 subindo a rua das Carmelitas – 1977

Linha 18, a última a ser extinta – Percurso no último dia em que circulou – Maio de 1996


Igrejas do Carmo e Carmelitas – 1895 – a primeira ainda sem o revestimento de azulejos


Em frente à Igreja do Carmo


No mesmo local - 2/ - este eléctrico ia para a Foz, via Carvalhosa. O 2 seguia pela Rua D. Manuel II e encontravam-se na Praça de Mouzinho de Albuquerque.


Cordoaria, 1885 - de onde saía a linha que descia a Restauração até Matosinhos – foto de Emílio Biel tirada de um ângulo pouco vulgar, possivelmente da Escola Médico-Cirúrgica – veja-se quão diferente era antes do arranjo do jardim. Vê-se a “árvore da forca”, o telhado da Igreja da Senhora da Graça (Colégio dos Órfãos), as obras da Escola Politécnica, a Torre dos Clérigos e a Cadeia da Relação. O barracão devia ser para guardar ferramentas dos trabalhadores.


Rua de Magalhães Lemos e Avenida dos Aliados - foto de Carlos Dias.